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  • Foto do escritor: renato cordova
    renato cordova
  • 20 de mar.
  • 2 min de leitura

PT critica com cautela alta de juros do BC sob Galípolo, enquanto oposição ataca com força

Petistas atribuem parte da responsabilidade a Campos Neto, mas oposição vê na política econômica atual os motivos para o aumento dos juros.

O PT criticou a decisão do Banco Central (BC) de elevar a taxa de juros nesta quarta-feira (19) e pediu uma mudança urgente na política monetária. O líder do partido na Câmara, Lindbergh Farias (PT-RJ), foi um dos que expressaram essa posição. No entanto, petistas como José Guimarães (PT-CE) e Randolfe Rodrigues (PT-AP) reforçaram que a alta dos juros é uma herança da gestão de Campos Neto, defendendo paciência com a nova direção do BC, comandada por Gabriel Galípolo, indicado por Lula.

Enquanto isso, a oposição aproveitou a oportunidade para atacar o governo. O líder da oposição, deputado Luciano Zucco (PL-RS), emitiu uma nota destacando os impactos negativos da alta dos juros sobre os trabalhadores, como o encarecimento do crédito, a dificuldade de acesso a financiamentos e a redução do consumo. Zucco alertou que isso pode levar ao aumento do desemprego e à desaceleração econômica. Ele ainda ironizou, afirmando que Lula não pode mais culpar Campos Neto, já que os problemas atuais refletem uma política econômica equivocada e falta de responsabilidade.

Economia se torna foco da oposição. A mudança de estratégia da oposição é clara: o foco agora está nas críticas à inflação de alimentos e aos juros altos, em vez da agenda de costumes. A inflação elevada, especialmente de alimentos, é apontada como um dos principais problemas do país, enquanto a alta dos juros pode frear o crescimento econômico.

Líderes bolsonaristas afirmam que atacar Lula pelos efeitos negativos na economia gera mais desgaste ao governo do que a pauta de costumes. A única notícia positiva para os governistas foi a sinalização do BC de que a magnitude dos aumentos da taxa Selic deve diminuir nas próximas reuniões, indicando uma possível pausa no ciclo de alta dos juros.

Copom eleva taxa básica de juros para 14,25% ao ano.


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O Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa Selic para 14,25% ao ano, o nível mais alto desde 2016. A decisão reforça o debate sobre os rumos da política econômica e seus impactos no cotidiano dos brasileiros.


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